quinta-feira, 21 de abril de 2011
Votem no Zimun para abrir o show do Sublime
Video feio por alguem do publico no Grito Rock
ZIMUN, é uma banda de rap que incorpora outras nuances distintas do estilo e explora também, além da música ligada ao texto, a música pura, instrumental. A parte textual também é bastante diversa da tendência acentuada do gênero de se engajar a uma causa política, ou de protesto, ou de problematizar as questões de fora para dentro. Antes disso as letras são poesias. Bateria, contra-baixo, guitarra, vibrafone, trompete, escaleta, sintetizador, computador, samplers, percussão afro-cubana e brasileira, efeitos, penduricalhos, e voz humana fazem a instrumentação. Em breve a banda lançará o EP "Alcançando o Céu Com os Pés no Chão" pelo selo Serresônica, e o single "Vida Saturada!".
http://garagemburn.com.br/bandasSelecionadas.php?idBanda=9
segunda-feira, 18 de abril de 2011
DIA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO DOS PONTOS DE CULTURA – DIA DO PONTO
Pontos de Cultura de Minas se reúnem em Belo Horizonte para discutir os rumos das políticas públicas para a cultura
Na próxima segunda feira, dia 18 de abril, Dia do Ponto, os Pontos de Cultura de Minas Gerais se reúnem para abordar uma pauta comum a todos os Pontos de Cultura do Brasil, que integram o Movimento Nacional dosPontos de Cultura:
- Defesa da manutenção e ampliação do Programa Cultura Viva – Pontos de Cultura, através da aprovação da Lei Cultura Viva;
- Anistia para todos os Pontos de Cultura que tenham cumprido o objeto do seu contrato com o Programa e que tenham tido dificuldades jurídicas e burocráticas com a sua prestação de contas;
- Reformulação da Lei de Direito Autoral;
- Implantação do Plano Nacional de Cultura;
Os Pontos de Minas Gerais se encontram, a partir das 09 horas, no espaço da Associação Querubins (Rua Correias, 700 - Sion) para avaliar aatual conjuntura e os primeiros 100 dias do MINC de Ana de Holanda e, para,além de se posicionar em relação aos grandes temas nacionais, discutir também questões específicas, como a realização, ainda em 2011 de Micro Teias nas oito regiões do Estado e da Teia Estadual e a mobilização dos Pontos de Minas para participar da Grande Marcha do Cultura Viva para Brasília , no dia 25 de maio.
Na ocasião, representantes dos Pontos de todo o país irão, em caravana a Brasília para entregar á presidenta Dilma Roussef, uma Carta Aberta com as principais reivindicações do Movimento Nacional dos Pontos de Cultura!
Na parte da tarde, os Pontos de Minas se confraternizam em torno de algumas atrações artísticas e recebem, como convidados representantes do MINC, da SEC/MG e Deputados Federais da bancada de Minas, que integram aFrente Parlamentar Mista de Cultura. Está previsto para as 16:30 h o encerramento do encontro.
Serviço
Dia do Ponto - Encontro dos Pontos de Cultura de Minas Gerais
Dia 18/04/2011 – Segunda –feira, a partir das 9hs
Local: Associação Querubins – Rua Correias, 700 – Sion
Contato para imprensa
Flávia Camisasca – jornalista e coordenadora do Ponto de Cultura Quintal de Cultura – (31) 9226 6040
Leri Faria - 9107 7741
Júlio – 9624 0509
domingo, 17 de abril de 2011
Democratizar a cultura não é nosso interesse, diz vice-presidente da MPAA
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DIÓGENES MUNIZ
DE SÃO PAULO
Greg Frazier, vice-presidente executivo da Associação Cinematográfica dos EUA (MPAA, na sigla em inglês), visitou São Paulo e Brasília na última semana para pressionar autoridades locais por maior atenção no combate à pirataria. DE SÃO PAULO
Representando os maiores estúdios do planeta, Frazier chegou a se encontrar com políticos e equipes dos ministérios da Cultura e da Justiça.
Em entrevista exclusiva à Folha, o executivo norte-americano comentou a reforma dos direitos autorais no Brasil e explicou que a democratização do acesso à cultura não está na agenda da associação.
| Filipe Redondo - 20.jun.2008/Folhapress | ||
| O executivo Greg Frazier, vice-presidente da MPAA, veio ao Brasil para encontros com autoridades |
Folha - Por que a MPAA decidiu vir ao Brasil neste momento?
Greg Frazier - O Brasil é um território importante para nós, e vocês estão com um novo governo agora, então decidimos passar algum tempo no país conversando com autoridades culturais e judiciais sobre a reforma dos direitos autorais e outras questões relativas à proteção de conteúdo. Também queremos entender o que está na agenda das autoridades brasileiras e falar sobre nossas preocupações.
O sr. acompanha os debates sobre direitos autorais que têm surgido no início do governo Dilma?
Sim, estamos acompanhando. E eu acredito que nossa visão sobre o assunto está alinhada com o que pensam os produtores e artistas no Brasil.
Qual é sua avaliação sobre a lei de direitos autorais brasileira?
Primeiramente, ela não é muito diferente da maior parte das leis de direitos autorais pelo mundo. Há algumas coisas que podem ser melhoradas, e surgiram propostas [de flexibilização dos direitos autorais] no ano passado que soaram problemáticas para nós, mas o governo brasileiro parece ter voltado atrás e decidiu olhar a questão com mais calma. Só esperamos participar desse processo de reforma e poder analisá-lo também com mais calma.
Nossa lei de direitos autorais é de 1998. O sr. não acha que muitas coisas mudaram desde então?
Sim, você tem toda a razão. A internet transformou o ambiente com o qual os direitos autorais trabalham e mudou também a forma como esse ambiente precisa ser protegido. Hoje é tremendamente fácil roubar um filme on-line.
É muito fácil disseminar milhões de cópias de filmes ilegais. Então isso se apresentou como um novo desafio aos governos e para quem trabalha com políticas públicas, já que precisam se voltar para suas leis de direitos autorais e entender se elas são mesmo adequadas aos problemas do século 21.
O estudo que vocês fizeram no Brasil coloca mais da metade da população urbana do país em situação de "ilegalidade cultural" -55% estariam vendo filmes piratas. Não é um dado desencorajador, já que muitas pessoas podem pensar "se todos fazem, também vou fazer"?
Lamentavelmente essa atitude existe, mas não acho que a divulgação dos dados seja desencorajadora. Ela demonstra a gravidade do problema e como as autoridades precisam agir em relação a ele. O Brasil, como outros países, tem uma diversidade cultural rica e uma indústria de filmes em ascensão. Quando essa indústria crescer ainda mais, seus produtos precisarão estar protegido.
A noção das pessoas que criaram esses produtos é que elas precisam ser recompensadas por isso. Isso vale para um repórter de jornal que está escrevendo uma matéria ou um diretor que está fazendo um filme. Se você não tiver remuneração pelas reportagens que escreve, provavelmente vai acabar não escrevendo muitas. Se você não acredita no valor da criatividade e da produção de conteúdo, você acredita em um sistema diferente do meu.
Então os direitos autorais no Brasil estão em perigo?
Não diria em perigo. Acho até que não é uma particularidade do Brasil, mas do ambiente digital. Quero dizer, pouquíssimas pessoas diriam que é normal entrar em uma videolocadora, colocar um DVD no bolso e sair andando. Todos reconhecem que isso não se faz porque é errado.
Infelizmente, essa mesma visão não parece prevalecer quando estamos na internet, já que se pode sentar diante de um computador em casa, no trabalho ou na faculdade, baixar um filme ilegalmente e achar que isso não vai afetar ninguém, que está tudo bem. Bom, o caso é que não há diferença entre um exemplo e outro.
Agora, se você não acredita no valor da criatividade, na importância de protegê-la e de remunerar as pessoas que produzem, aí talvez você consiga justificar esse tipo de ação. Mas, neste caso, você estará fazendo um grande mal à cultura.
Temos muitos defensores brasileiros do Creative Commons, sistema de licenças que torna mais flexível o uso de obras artísticas. O sr. acha que esses movimentos ajudam a democratizar a cultura?
Bem, não tenho certeza. Eles [defensores do Creative Commons] nem sempre concordam com o que pregamos. E você está falando em democratizar a cultura, isso não está entre os nossos interesses. Realmente não é a minha seara.
O que o sr. acha que um país como o Brasil, onde apenas 44% dos domicílios têm acesso à rede de esgoto, deve fazer para convencer seus cidadãos a pagarem por direitos autorais?
Não acho que é questão de "um ou outro", para ser sincero com você. Primeiramente, estamos falando das pessoas que eu represento e eles fazem entretenimento. É ótimo que as pessoas se divirtam e assistam, mas não se trata de necessidade básica para viver. Não é ar puro, água limpa. É entretenimento!
Obviamente, governos e sociedades tem que trabalhar para ter certeza que sua população possui acesso ao básico para sobreviver, mas isso não significa que você deve desconsiderar outras coisas. As sociedades convivem entre si porque se respeitam mutuamente, respeitam o que as pessoas fazem, não roubam uma das outras. Mesmo que você batalhe para colocar comida no prato, é imoral roubar.
--
Lorena Saavedra
Relações Públicas/ Produtora Cultural /
Relações Públicas/ Produtora Cultural /
Pesquisadora na área de música - Programa Multidisciplinar em Cultura e Sociedade (UFBA).
Consultoria em Projetos Culturais
Parecerista Ministério da Cultura(71) 9175 7972/ 3015 1280
http://culturaindoor.blogspot.
twintter.com/losaavedra
facebook.com.br/loly.rp
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/
sábado, 16 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Resumão da reunião
Ontem foi realizada a primeira reunião aberta do coletivo onde foram debatidos assuntos como: atividades passadas e futuras (eventos), inserção de novos membros e novos núcleos, sustentabilidade (projetos/Cabrito/patrocínio), como trabalhar a musica eletrônica e publicidade.
Foi debatido também formato de futuros eventos do coletivo, para ser mais exato Noite do Vinil 4 Anos, Balido, Noite Fora-do-eixo, Rock Matinê e a Festa Julhina foi descartada. E ficou marcado o próximo evento para dia 29/07 com a banda Os Relpis (baixe o disco http://coletivope-de-cabra.blogspot.com/2011/04/compactorec-lanca-os-relpis-em-abril.html), evento esse que será Noite Fora-do-Eixo ( a 2ª a ser realiza pelo coletivo). Talvez aconteça em junho show da banda Trepasound (México) junto ou não com as comemorações dos 4 anos da Noite do Vinil. Foi falado em realizar eventos mensais também (Noite Fora-do-eixo.
Também foi realiza da a inserção de novos membros e novos núcleos. O coletivo já tinha três núcleos: produção (Xyku), elaboração de projetos (Guilherme) e Jurídico (Taroba). Das pessoas presentes foram inseridas Goretti, Juninho, Catito, Rodrigo, Otavio e Diogo. E Cabelo foi convidado a puxar um núcleo de musica eletrônica e hip hop.
Pós a reunião terminamos com inserção de mais três núcleos: comunicação (Catito, Juninho e Goretti), artes plásticas (Otavio) e letras (Diogo). Rodrigo entrou no núcleo de produção junto com Xyku. A comunicação ficara com o e-mail imprensapedecabra@gmail.com e as novas áreas serão criados e-mails para elas, ex.: poeticapedecabra@gmail.com e artespedecabra@gmail.com.
Foi apresentada a moeda solidara (Cabrito) aos que não conheciam e como ela funciona. Pensamos em maneiras mais viáveis de fazer o trabalho publicitário. Também foi observado os prazos para se realizar estes trabalhos.
Já sobre a musica eletrônica foi diagnosticado a “falta de respeito” com os artistas por parte da produção e publico. E uma das soluções pensadas foi fazer um evento exclusivo desta musica para que as pessoas possam entender melhor ou colocar os artistas da área entre as bandas com o mesmo tempo de uma banda.
Também combinamo de realizar reuniões quinzenais. Então teremos a próxima reunião presencial dia 29 de abril de 2011 as 20:30 no Teatro de Arena.
Xyku
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Skyepe: coletivope-de-cabra
msn: xykupetronio@gmail.com
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(31) 88094211quinta-feira, 14 de abril de 2011
É hoje!
Foto por Nilmar Lage
Já tivemos reuniões internas, com parceiros e hoje teremos nossa primeira reunião aberta. Então vai lá e antes de ir chama amigos, amigas e inimigos que você tem vontade de conversa ou que por mais que seja uma pessoa que não preste pra você preste para nós.
Portanto te aguardamos hoje no Teatro de Arena (Parque Ipanema) as 20horas. Os temas a serem conversados são: eventos (Noite Fora-do-eixo, 4 Anos de Noite do Vinil, Festa Julhina do Pé-de-cabra, Balido) e outros assuntos como: inserção de novas pessoas e novo núcleos no coletivo, sustentabilidade (Cabrito), patrocínio, valorização da musica eletrônica.
Xyku
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
Festival Gaia Abre Inscrições para Artistas
Festival acontecerá nos dias 27 e 28 de maio e os grupos poderão se inscrever à partir de 3 à 13 de abril.
O Coletivo Colmeia Cultural acaba de abrir as inscrições para o festival de artes integradas e meio ambiente de Araraquara: O Gaia. Poderão se inscrever músicos, dançarinos, atores, performers, artistas circenses e oficineiros. Abertas no fim do domingo o processo seletivo estará
disponível, para os casos citados acima, até o dia treze de abril e a curadoria irá divulgar os resultados após três dias, dezesseis de abril. Após definida a programação serão abertas novas inscrições, porém para voluntários que se candidatarem à monitoria nos dias de evento como também para vagas no camping que acontecerá do dia 27 para o 28: preparem as barracas!
disponível, para os casos citados acima, até o dia treze de abril e a curadoria irá divulgar os resultados após três dias, dezesseis de abril. Após definida a programação serão abertas novas inscrições, porém para voluntários que se candidatarem à monitoria nos dias de evento como também para vagas no camping que acontecerá do dia 27 para o 28: preparem as barracas!
O Gaia é um festival de artes integradas e meio-ambiente que este ano estará em sua segunda edição e ocorrerá durante todo o mês de maio com oficinas e workshops pela cidade e se encerrará no espaço SAAF Araraquara nos dias 27 e 28 do mesmo mês. A ideia surgiu no fim de 2009 e em março do ano seguinte o festival aconteceu no parque ecológico Pinheirinho. A concepção do
projeto é produzir um evento unindo conhecimentos, artes e vivências provocando as pessoas a refletirem sobre o mundo e a preservação do mesmo. O nome se refere à deusa da mitologia grega Gaia, a Mãe-Terra explicitando o enfoque nas questões ambientais. E o que permeará a
dinâmica de todo esse núcleo de conhecimento serão as múltiplas linguagens artísticas e culturais.
projeto é produzir um evento unindo conhecimentos, artes e vivências provocando as pessoas a refletirem sobre o mundo e a preservação do mesmo. O nome se refere à deusa da mitologia grega Gaia, a Mãe-Terra explicitando o enfoque nas questões ambientais. E o que permeará a
dinâmica de todo esse núcleo de conhecimento serão as múltiplas linguagens artísticas e culturais.
Entrando no site oficial do Festival Gaia Araraquara (http://festivalgaia.com.br) tanto no primeiro post do blog quanto na aba superior “Inscrições” os artistas e oficineiros que desejarem se inscrever encontrarão nossos formulários disponíveis. Todas as perguntas devem ser respondidas e
pedimos aos artistas que se inscrevam cientes das condições e restrições de participação. Todos os trabalhos inscritos devem ser plenamente autorais, lembrando que o Coletivo Colmeia Cultural oferecerá aos grupo alimentação e hospedagem nos dias do evento.
pedimos aos artistas que se inscrevam cientes das condições e restrições de participação. Todos os trabalhos inscritos devem ser plenamente autorais, lembrando que o Coletivo Colmeia Cultural oferecerá aos grupo alimentação e hospedagem nos dias do evento.
Inscreva-se:
As inscrições podem ser feitas pelo site do Festival Gaia, na aba “Inscrições”, onde encontrarão os seguintes formulários:
- Inscrições Musicais
- Inscrições Artes Cênicas - Dança, Teatro, Circo e Performance
- Exposições Poéticas e Artes Visuais
- Oficinas e Workshops
- Feira Mix EcoSol
Informações:
Assessoria de Imprensa
Carol Gierwiatowski | carolgierwi@colmeia. foradoeixo.org.br
(16) 9785-4324 [Vivo]
Rodrigo Melhado | rodrigo@colmeia.foradoeixo. org.br
(16) 8838-1819 [OI] ou (16) 8109-1819 [TIM]
terça-feira, 12 de abril de 2011
Sobre a reunião
Foto de Nilmar Lage
Xyku
Como falamos ontem aqui neste mesmo local, quinta-feira vamos fazer uma reunião branca (como diria os maçons) para nós dos meios populares uma reunião aberta. No melhor estilo casa de bamba todo mundo bebi, todo mundo canta; mas no nosso caso é todo mundo da pitaco e todo mundo que for vai ter que trabalhar.
Mas ontem o escriba aqui esqueceu de falar o horário e o local da reunião, então vamos lá, local é o Teatro de Arena (Parque Ipanema) e o horário as 20horas.
Os temas a serem conversados são:
Eventos: Noite Fora-do-eixo, 4 Anos de Noite do Vinil, Festa Julhina do Pé-de-cabra, Balido.
Outros assuntos: Inserção de novas pessoas e novo núcleos no coletivo, sustentabilidade (Cabrito), patrocínio, valorização da musica eletrônica.
E por falar em Cabrito... tem muita gente que ainda não entendeu a idéia da coisa... então é o seguinte, o Cabrito foi criado para que possamos criar um mercado interno de arte e blábláblá (falando pessoalmente é melhor). Portando um Cabrito equivale a um Real.
E o que você faz com os que sobrou pós evento, é o seguinte você Poe gastar nos seguintes comércios: Sucata Bar, Brechó Mª Bonita, Estrela da Borracha, Jamaica Tattoo e em nosso eventos. No caso dos eventos pode-se pagar a entrada e consumir tudo que é vendido no mesmo, como CDs, camisas, bebidas, lanches e etc.
Xyku
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segunda-feira, 11 de abril de 2011
Uma das parte tem que se fuder
A ideia de fazer o texto tá fritando desde o Grito Rock, mas o titulo só veio quando o Quique Brown (Leptospirose, no show na Festa da Mentira) falo algo mais ou menos assim: “Sempre uma das partes tem que se fuder e dessa vez foi o Pé-de-cabra, o Xyku e nós (Leptospirose) que perdemos o avião”.
Então sobre o Grito Rock vamos falar que a pessoa que escreve esse texto junto com seu companheiros de trabalho estavam bem chateados e foi exposto aqui, talvez ate de forma desnecessária... mas tem um lado bom disso que vamos falar já já.
Mas ai Grito Rock foi foda deu um bum no coletivo de uma forma sinistra, o publico estava insano e se tivéssemos conseguido fazer o evento como pretendemos fazer um dia, acreditamos que teria um grande publico durante as 36horas de evento.
Agora falando do dia antes do evento, foi muito bom estar com pessoas dos coletivos Pegada e Fórceps batendo um papo com nos do Pé-de-cabra junto com Jobão, Gustavo, Catito, Luiz Vitor e Patrick. Essas pessoas saíram com um pouco mais de noção do que é FDE e o que essa rede pretende, pois ate então apenas o escriba aqui tinha tido um contato maior e outro ser vivo que pediu para não ser citado em nada do coletivo (só estamos citando mais ou menos para não soar muito prepotente). Resumindo um pouco essa historia Jobão gosto tanto que ate vai assumir este blog, graças a algo superior esse trabalho vai ser bem feito, rs.
Sobre o Grito Rock não vamos falar de nada chato, já falamos ou melhor fizemos isso né. Então foi muito bom ter recebido artistas do porte que tivemos no evento, misturando entre os horários bandas experientes e novas, sem nem uma ter uma atenção maior que a outra. Atenção é algo que só tivemos para poder ajudar mesmo, porque acho que ninguém conseguiu ver 30% do show de algum dos artistas. E o publico o que era aquilo?! Muita gente dançando, cantando, fotografando, filmando independente da musica ou da roupa que o musico tocava o povo estava lá realizando essas coisas bonitas e que nos da gás para trabalhar e creio que para os músicos também.
Por mais que tivemos exposto aqui fatos chatos só ouvi reclamações pós evento em relação a gente não anunciar as bandas e nem o coletivo no palco, erramos.
Agora no pós evento aconteceu coisas meio triste para a instituição já que o Guilherme se desligou, mas calma meus caros leitores, ele apenas se desligo como membro que tem toda uma coisa legal de créditos e outra chata de cumpri trabalhos mais pesados que o de Hércules (para quem já leu ou viu o desenho sabe que além da força braçal é necessário pensar também). Mas e ai ele pago pau pra isso?! Não, nem um pouco, apenas não estava tendo como conciliar assim como aconteceu um tempo com o Taroba, então o Guilherme continua executando trabalhos na área de montagem de projetos e na medida que ele puder.
Logo após isso já caímos na produção da Festa da Mentira, com apoio do Guilherme, este não pode esta presente no evento (mas foi de grande valia na pré-produção).
E falando em Festa da Mentira, digamos que para quem foi e olhava para o semblante desta pessoa que escreve esse texto devia tá achando uma merda ou que tudo deu errado, mas não. Na verdade estava apenas analisando como tivemos autos e baixo, quer exemplos? Então toma, testamos potencial de mídia nossa virtual e boca-a-boca, vimos que deu certo... agora se me pergunta qual a vantagem nisso? Digo que foi a ausência de poluição e contenção de gastos. E porque ficou vazio? Talvez pelo bairrismo ridículo que ainda temos, pela falta de costume de ter eventos do gênero no local ou como ir e voltar, já que é um bairro afastado para uma boa parte do publico.
E os pontos negativos? Já tá indo, negativo foi faltar cerveja e um pequeno déficit que deu em nosso caixa. Apenas isso.
Falar da Festa de forma geral é falar que a banda Fall’n Grace esta cada dia mais massa e sendo mais parceira nossa. Alcateia teve imprevistos com o baixista e baterista da banda ai mandaram apenas covers, mas deu para ver que a banda tem potencial e estamos loucos para ouvir as musicas da banda. Os Capiau mando muito bem o primeiro show como power trio, mas ainda acho que o Tom deveria fazer mais back vocal (seila se é isso mesmo). Gustão são queridinhos do papai que aqui escreve. Cabelo esta cada dia melhor, mas ainda gosto mais dos squache. Damo pitaco mesmo.
Paragrafo a parte para Leptospirose. Nem o que falar, foi foda no Congresso FDE e aqui foi melhor ainda, só para sermos mais egocêntricos. Já chegaram de viajem dando mão para o evento ajudando descarregar a bebida, depois fomos pro Sucata trocar ideia e toma uma. No dia do show Serginho acordo cedo e foi pro local do evento ajudar descarregar o carro e organizar um monte de coisa. Sobre o show quero falar nada, pois quando não estava agitando tava pagando pau pro Velhote e Serginho (performático) e Quique mostro que pode tocar, cantar e ter uma presença de palco de fazer inveja.
Para encerrar sobre a festa, muito obrigado Patrick e a todos que ajudaram de alguma maneira.
Agora vamos falar do que pretendemos... pretendemos agora começar a produção do 2º Balido, fazer uma festa de quatro anos da Noite do Vinil em junho com a banda mexicana Trepasound e uma festa julhina para 29 de julho com a banda Os Rélpis que você pode baixar o disco completo aqui no blog.
Mas antes disso tudo na quinta-feira (14 de abril) vamos fazer uma reunião no Teatro de Arena no PI para que quiser ir e debater sobre os caminhos que trilharemos e sobre a realização destes projetos.
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Compacto.Rec lança Os Rélpis em Abril
O compacto.Rec neste mês de abril lança o primeiro álbum completo da banda Os Rélpis. A banda que lançou em 2009 o EP “Ó imaginário cá do meio de lá” agora traz através do Compacto.Rec seu novo álbum intitulado “Do fruto, o escracho monumental caramelizado”.
O Compacto.Rec
O Compacto.Rec é um projeto de lançamento mensal de álbuns virtuais em rede, com o objetivo de estimular a circulação e distribuição de bandas da cena independente latino americana. O trabalho é uma realização do circuito Fora do Eixo, uma rede de trabalhos colaborativos e os agentes que integram a equipe são oriundos dos mais distintos lugares do país que, através da internet trabalham em conjunto executando toda a pré-produção do Compacto.Rec: uma compilação com músicas, letras, release, fotos, vídeo, banners e avatares, que são divulgados em todos os veículos de comunicação integrados a rede.
Desde 2007 o Compacto vem trazendo lançamentos diversificados em diversos aspectos e principalmente, em estilo musical agrupando um rico acervo cultural que atrai visitantes de todo o Brasil, só em 2009 foram mais de vinte mil downloads no ano. Já passaram pelo site bandas renomadas como Porcas Borboletas, Nevilton, Diego e o Sindicato, o rapper Linha Dura e outros. Em 2010 o projeto expandiu mais uma vez suas fronteiras em Outubro com seu primeiro lançamento internacional o álbum “YYY” da banda Falsos Conejos de Buenso Aires (ARG) além de ter sido recentemente contemplado pela Bolsa Funarte de Reflexão Crítica e Produção Cultural para Internet. Já em 2011 o projeto começou o ano com a Os Barcos, e também já passaram pelo projeto as bandas Cidadão Comum e Maglore.
A Banda & O Disco
Com dois anos e meio de carreira e após um 2010 com mais de 50 shows pelo Brasil, entre os quais 16 festivais e uma Tour Fora do Eixo, a banda Os Rélpis está lançando seu primeiro álbum completo através do Compacto.Rec.
Produzido com muito experimentalismo, sua concretização teve inicio com a reforma
do estúdio, já na listagem dos equipamentos que seriam utilizados, incluindo guitarras vintage, amplificadores com 40 anos de idade, pedais construídos pelos próprios integrantes da banda, uma bateria pinguim dos anos 60, além de um vídeo cassete estéreo. A partir disso a banda partiu para uma vivência, de “espremer” até sugar de todo o melhor e mais apurado sumo das coisas que se tem em mãos. E como resultado trouxe
uma nova estética baseada na diversidade sonora contemporânea e na antropologia do ruído que permitem ao ouvinte flutuar através de ritmos variados, os quais remetem desde a tradição popular ao moderno rock, e se chocam trazendo dissonâncias que podem surpreender a cada música.
do estúdio, já na listagem dos equipamentos que seriam utilizados, incluindo guitarras vintage, amplificadores com 40 anos de idade, pedais construídos pelos próprios integrantes da banda, uma bateria pinguim dos anos 60, além de um vídeo cassete estéreo. A partir disso a banda partiu para uma vivência, de “espremer” até sugar de todo o melhor e mais apurado sumo das coisas que se tem em mãos. E como resultado trouxe
uma nova estética baseada na diversidade sonora contemporânea e na antropologia do ruído que permitem ao ouvinte flutuar através de ritmos variados, os quais remetem desde a tradição popular ao moderno rock, e se chocam trazendo dissonâncias que podem surpreender a cada música.
Acesse: http://compactorec.foradoeixo.
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