quinta-feira, 14 de abril de 2011

É hoje!







                                          Foto por Nilmar Lage
           Já tivemos reuniões internas, com parceiros e hoje teremos nossa primeira reunião aberta. Então vai lá e antes de ir chama amigos, amigas e inimigos que você tem vontade de conversa ou que por mais que seja uma pessoa que não preste pra você preste para nós.
Portanto te aguardamos hoje no Teatro de Arena (Parque Ipanema) as 20horas. Os temas a serem conversados são: eventos (Noite Fora-do-eixo, 4 Anos de Noite do  Vinil, Festa Julhina do Pé-de-cabra, Balido) e outros assuntos como: inserção de novas pessoas e novo núcleos no coletivo, sustentabilidade (Cabrito), patrocínio, valorização da musica eletrônica.


Xyku
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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Festival Gaia Abre Inscrições para Artistas

Festival acontecerá nos dias 27 e 28 de maio e os grupos poderão se inscrever à partir de 3 à 13 de abril.
O Coletivo Colmeia Cultural acaba de abrir as inscrições para o festival de artes integradas e meio ambiente de Araraquara: O Gaia. Poderão se inscrever músicos, dançarinos, atores, performers, artistas circenses e oficineiros. Abertas no fim do domingo o processo seletivo estará
disponível, para os casos citados acima, até o dia treze de abril e a curadoria irá divulgar os resultados após três dias, dezesseis de abril. Após definida a programação serão abertas novas inscrições, porém para voluntários que se candidatarem à monitoria nos dias de evento como também para vagas no
camping que acontecerá do dia 27 para o 28: preparem as barracas!
O Gaia é um festival de artes integradas e meio-ambiente que este ano estará em sua segunda edição e ocorrerá durante todo o mês de maio com oficinas e workshops pela cidade e se encerrará no espaço SAAF Araraquara nos dias 27 e 28 do mesmo mês. A ideia surgiu no fim de 2009 e em março do ano seguinte o festival aconteceu no parque ecológico Pinheirinho. A concepção do
projeto é produzir um evento unindo conhecimentos, artes e vivências provocando as pessoas a refletirem sobre o mundo e a preservação do mesmo. O nome se refere à deusa da mitologia grega Gaia, a Mãe-Terra explicitando o enfoque nas questões ambientais. E o que permeará a
dinâmica de todo esse núcleo de conhecimento serão as múltiplas linguagens artísticas e culturais.
Entrando no site oficial do Festival Gaia Araraquara (http://festivalgaia.com.br) tanto no primeiro post do blog quanto na aba superior “Inscrições” os artistas e oficineiros que desejarem se inscrever encontrarão nossos formulários disponíveis. Todas as perguntas devem ser respondidas e
pedimos aos artistas que se inscrevam cientes das condições e restrições de participação. Todos os trabalhos inscritos devem ser plenamente autorais, lembrando que o Coletivo Colmeia Cultural oferecerá aos grupo alimentação e hospedagem nos dias do evento.

Inscreva-se:
As inscrições podem ser feitas pelo site do Festival Gaia, na aba “Inscrições”, onde encontrarão os seguintes formulários:
  • Inscrições Musicais
  • Inscrições Artes Cênicas - Dança, Teatro, Circo e Performance
  • Exposições Poéticas e Artes Visuais
  • Oficinas e Workshops
  • Feira Mix EcoSol

Informações:

Assessoria de Imprensa
(16) 9785-4324 [Vivo]
(16) 8838-1819 [OI] ou (16) 8109-1819 [TIM]

terça-feira, 12 de abril de 2011

Sobre a reunião

                                            Foto de Nilmar Lage


Como falamos ontem aqui neste mesmo local, quinta-feira vamos fazer uma reunião branca (como diria os maçons) para nós dos meios populares uma reunião aberta. No melhor estilo casa de bamba todo mundo bebi, todo mundo canta; mas no nosso caso é todo mundo da pitaco e todo mundo que for vai ter que trabalhar.
Mas ontem o escriba aqui esqueceu de falar o horário e o local da reunião, então vamos lá, local é o Teatro de Arena (Parque Ipanema) e o horário as 20horas.
Os temas a serem conversados são:
Eventos: Noite Fora-do-eixo, 4 Anos de Noite do  Vinil, Festa Julhina do Pé-de-cabra, Balido.
Outros assuntos: Inserção de novas pessoas e novo núcleos no coletivo, sustentabilidade (Cabrito), patrocínio, valorização da musica eletrônica.

            E por falar em Cabrito... tem muita gente que ainda não entendeu a idéia da coisa... então é o seguinte, o Cabrito foi criado para que possamos criar um mercado interno de arte e blábláblá (falando pessoalmente é melhor). Portando um Cabrito equivale a um Real.
            E o que você faz com os que sobrou pós evento, é o seguinte você Poe gastar nos seguintes comércios: Sucata Bar, Brechó Mª Bonita, Estrela da Borracha, Jamaica Tattoo e em nosso eventos. No caso dos eventos pode-se pagar a entrada e consumir tudo que é vendido no mesmo, como CDs, camisas, bebidas, lanches e etc.

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Uma das parte tem que se fuder


                A ideia de fazer o texto tá fritando desde o Grito Rock, mas o titulo só veio quando o Quique Brown (Leptospirose, no show na Festa da Mentira) falo algo mais ou menos assim: “Sempre uma das partes tem que se fuder e dessa vez foi o Pé-de-cabra, o Xyku e nós (Leptospirose) que perdemos o avião”.
                Então sobre o Grito Rock vamos falar que a pessoa que escreve esse texto junto com seu companheiros de trabalho estavam bem chateados e foi exposto aqui, talvez ate de forma desnecessária... mas tem um lado bom disso que vamos falar já já.
                Mas ai Grito Rock foi foda deu um bum no coletivo de uma forma sinistra, o publico estava insano e se tivéssemos conseguido fazer o evento como pretendemos fazer um dia, acreditamos que teria um grande publico durante as 36horas de evento.
                Agora falando do dia antes do evento, foi muito bom estar com pessoas dos coletivos Pegada e Fórceps batendo um papo com nos do Pé-de-cabra junto com Jobão, Gustavo, Catito, Luiz Vitor e Patrick. Essas pessoas saíram com um pouco mais de noção do que é FDE e o que essa rede pretende, pois ate então apenas o escriba aqui tinha tido um contato maior e outro ser vivo que pediu para não ser citado em nada do coletivo (só estamos citando mais ou menos para não soar muito prepotente). Resumindo um pouco essa historia Jobão gosto tanto que ate vai assumir este blog, graças a algo superior esse trabalho vai ser bem feito, rs.
                Sobre o Grito Rock não vamos falar de nada chato, já falamos ou melhor fizemos isso né. Então foi muito bom ter recebido artistas do porte que tivemos no evento, misturando entre os horários bandas experientes e novas, sem nem uma ter uma atenção maior que a outra. Atenção é algo que só tivemos para poder ajudar mesmo, porque acho que ninguém conseguiu ver 30% do show de algum dos artistas. E o publico o que era aquilo?! Muita gente dançando, cantando, fotografando, filmando independente da musica ou da roupa que o musico tocava o povo estava lá realizando essas coisas bonitas e que nos da gás para trabalhar e creio que para os músicos também.
                Por mais que tivemos exposto aqui fatos chatos só ouvi reclamações pós evento em relação a gente não anunciar as bandas e nem o coletivo no palco, erramos.
                Agora no pós evento aconteceu coisas meio triste para a instituição já que o Guilherme se desligou, mas calma meus caros leitores, ele apenas se desligo como membro que tem toda uma coisa legal de créditos e outra chata de cumpri trabalhos mais pesados que o de Hércules (para quem já leu ou viu o desenho sabe que além da força braçal é necessário pensar também). Mas e ai ele pago pau pra isso?! Não, nem um pouco, apenas não estava tendo como conciliar assim como aconteceu um tempo com o Taroba, então o Guilherme continua executando trabalhos na área de montagem de projetos e na medida que ele puder.
                Logo após isso já caímos na produção da Festa da Mentira, com apoio do Guilherme, este não pode esta presente no evento (mas foi de grande valia na pré-produção).
                E falando em Festa da Mentira, digamos que para quem foi e olhava para o semblante desta pessoa que escreve esse texto devia tá achando uma merda ou que tudo deu errado, mas não. Na verdade estava apenas analisando como tivemos autos e baixo, quer exemplos? Então toma, testamos potencial de mídia nossa virtual e boca-a-boca, vimos que deu certo... agora se me pergunta qual a vantagem nisso? Digo que foi a ausência de poluição e contenção de gastos. E porque ficou vazio? Talvez pelo bairrismo ridículo que ainda temos, pela falta de costume de ter eventos do gênero no local ou como ir e voltar, já que é um bairro afastado para uma boa parte do publico.
                E os pontos negativos? Já tá indo, negativo foi faltar cerveja e um pequeno déficit que deu em nosso caixa. Apenas isso.
                Falar da Festa de forma geral é falar que a banda Fall’n Grace esta cada dia mais massa e sendo mais parceira nossa. Alcateia teve imprevistos com o baixista e baterista da banda ai mandaram apenas covers, mas deu para ver que a banda tem potencial e estamos loucos para ouvir as musicas da banda. Os Capiau mando muito bem o primeiro show como power trio, mas ainda acho que o Tom deveria fazer mais back vocal (seila se é isso mesmo). Gustão são queridinhos do papai que aqui escreve. Cabelo esta cada dia melhor, mas ainda gosto mais dos squache. Damo pitaco mesmo.
Paragrafo a parte para Leptospirose. Nem o que falar, foi foda no Congresso FDE e aqui foi melhor ainda, só para sermos mais egocêntricos. Já chegaram de viajem dando mão para o evento ajudando descarregar a bebida, depois fomos pro Sucata trocar ideia e toma uma. No dia do show Serginho acordo cedo e foi pro local do evento ajudar descarregar o carro e organizar um monte de coisa. Sobre o show quero falar nada, pois quando não estava agitando tava pagando pau pro Velhote e Serginho (performático) e Quique mostro que pode tocar, cantar e ter uma presença de palco de fazer inveja.
Para encerrar sobre a festa, muito obrigado Patrick e a todos que ajudaram de alguma maneira.
                Agora vamos falar do que pretendemos... pretendemos agora começar a produção do 2º Balido, fazer uma festa de quatro anos da Noite do Vinil em junho com a banda mexicana Trepasound e uma festa julhina para 29 de julho com a banda Os Rélpis que você pode baixar o disco completo aqui no blog.
                Mas antes disso tudo na quinta-feira (14 de abril) vamos fazer uma reunião no Teatro de Arena no PI para que quiser ir e debater sobre os caminhos que trilharemos e sobre a realização destes projetos.
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Compacto.Rec lança Os Rélpis em Abril

O compacto.Rec neste mês de abril lança o primeiro álbum completo da banda Os Rélpis.  A banda que lançou em 2009 o EP “Ó imaginário cá do meio de lá” agora traz através do Compacto.Rec seu novo álbum intitulado “Do fruto, o escracho monumental caramelizado”.


O Compacto.Rec
O Compacto.Rec é um projeto de lançamento mensal de álbuns virtuais em rede, com o objetivo de estimular a circulação e distribuição de bandas da cena independente latino americana. O trabalho é uma realização do circuito Fora do Eixo, uma rede de trabalhos colaborativos e os agentes que integram a equipe são oriundos dos mais distintos lugares do país que, através da internet trabalham em conjunto executando toda a pré-produção do Compacto.Rec: uma compilação com músicas, letras, release, fotos, vídeo, banners e avatares, que são divulgados em todos os veículos de comunicação integrados a rede.
Desde 2007 o Compacto vem trazendo lançamentos diversificados em diversos aspectos e principalmente, em estilo musical agrupando um rico acervo cultural que atrai visitantes de todo o Brasil, só em 2009 foram mais de vinte mil downloads no ano. Já passaram pelo site bandas renomadas como Porcas Borboletas, Nevilton, Diego e o Sindicato, o rapper Linha Dura e outros. Em 2010 o projeto expandiu mais uma vez suas fronteiras em Outubro com seu primeiro lançamento internacional o álbum “YYY” da banda Falsos Conejos de Buenso Aires (ARG) além de ter sido recentemente contemplado pela Bolsa Funarte de Reflexão Crítica e Produção Cultural para Internet. Já em 2011 o projeto começou o ano com a Os Barcos, e também já passaram pelo projeto as bandas Cidadão Comum e Maglore.

A Banda & O Disco

Com dois anos e meio de carreira e após um 2010 com mais de 50 shows pelo Brasil, entre os quais 16 festivais e uma Tour Fora do Eixo, a banda Os Rélpis está lançando seu primeiro álbum completo através do Compacto.Rec.
Produzido com muito experimentalismo, sua concretização teve inicio com a reforma
do estúdio, já na listagem dos equipamentos que seriam utilizados, incluindo guitarras vintage, amplificadores com 40 anos de idade, pedais construídos pelos próprios integrantes da banda, uma bateria pinguim dos anos 60, além de um vídeo cassete estéreo.  A partir disso a banda partiu para uma vivência, de “espremer” até sugar de todo o melhor e mais apurado sumo das coisas que se tem em mãos. E como resultado trouxe
uma nova estética baseada na diversidade sonora contemporânea e na antropologia do ruído que permitem ao ouvinte flutuar através de ritmos variados, os quais remetem desde a tradição popular ao moderno rock, e se chocam trazendo dissonâncias que podem surpreender a cada música.

Acesse: http://compactorec.foradoeixo.org.br/

sábado, 9 de abril de 2011

Programação da Festa daMentira

12:00 abertura
13:00 documentário
14:00 debate
15:00 Os Capiau
16:00 Fall’n Grace
17:00 Alcateia
18:00 Leptospirose
19:00 Gustão & Os BreckandDeckers
20:00 – 00:00 Cabelo Vs. Baeh
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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Relase sobre Leptospirose por ANA JARDIM . BASTIDORES DE UMA MENTE INSANA

Duas bandas de punk rock, uma turnê pela Europa e muito mais que histórias divertidas. Lugares históricos, contatos com pessoas de todos os estilos, experiências divertidas e inéditas. O primeiro contato com o livro me soou inusitado, o nome idem, mas à medida que um amigo me relatava a história dos amigos e me passava um exemplar as mãos - não hesitei em ler. Por mais que você possa a vir imaginar, que o que acontecerá nas páginas seguintes será previsível, você se surpreende por não ser. O relato é divertido, o autor se entrega às emoções e cria o clima. Conforme se avança às páginas, a sensação que se tem é de que você esteve na turnê com eles, que viveu cada minuto com os músicos e participou de todas aventuras descritas ali. Um adendo a ser feito, é sobre as imagens. Inseridas cuidadosamente no interior do livro, entre capítulos e textos, cria-se um clima ainda melhor para a leitura, proporcionando a viagem completa. Guitarra e Ossos quebrados não pode ser definido apenas, como um diário de bordo de uma turnê show, com um final quase trágico. Vai além, e o revisor percebeu isso, teve a sensibilidade de manter o texto igual ao manuscrito inicial e isso torna o livro ainda mais original. Vale a pena ler, é único e divertido. 
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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Relase sobre Leptospirose por LUÍSA BITTENCOURT . SILENCE.BLOGSPOT.COM


Eles juntaram todas as economias, arrumaram as poucas mochilas, pegaram seus instrumentos e embarcaram em direção à Europa. Em Guitarra e Ossos Quebrados, Quique Brown, vocalista do Leptospirose (Bragança Paulista), relata em um diário de bordo cada momento da turnê de sua banda junto com os capixabas do Merda por terras européias essencialmente punks. De pepinos no café da manhã e shows em squats até noites mal dormidas e um acidente de van que colocou fim à empreitada, todos os episódios estão reunidos em um livro escrito sem nenhuma pretensão de ser literário, mas, ao mesmo tempo, curioso, envolvente e, melhor ainda, recheado de fotos. O exemplar pode ser adquirido pelo site da Laja Records.
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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Relase sobre Leptospirose por ATHOS MOURA . ATHOSMOURA.COM



Depois de um full length e um split, o Leptospirose, de Bragança Paulista, lançou o seu novo CD, Mula Poney. A turnê de divulgação começou há alguns meses e já fizeram bons shows pelo nordeste.
Essa é a banda de hardcore com os melhores músicos do país. Velhote, o baixista, já tocou com grandes nomes do forró, como Elba Ramalho, Dominguinhos e Trio Virgulino. Ele é um baixista que não encontramos há tempos. Para mim ele supera Matt Freeman do Rancid, devido à velocidade das músicas do Leptos e a complexidade que ele impõe nas quatro cordas. Para os jovens que gostam de referências, ele é uma ótima, e o melhor, é influência nacional.
Vamos voltar ao Mula Poney. O disco foi gravado no Rio de Janeiro, no Estúdio Tambor, e produzido por Rafael Ramos da Deck Disk. As músicas são barulhos o tempo inteiro, porém, um barulho audível. É possível compreender cada nota executada.
As canções vão de influências como Dead Kennedys à Motorhead, colocadas em uma seqüência que faz com que não percebamos quando as músicas mudaram. Mas sabemos que a faixa mudou. Todas elas são emendadas com maestria.
Outros destaques para o Mula Poney, além da boa gravação e execução, são a irreverência e sarcasmo das letras e nome das músicas. A arte gráfica ficou na responsabilidade de Daniel ET, do Muzzarelas, que fez um ótimo trabalho.
Dicas sobre o Leptospirose. O disco Invernada. Não tem a mesma qualidade do Mula, mas vale a pena ouvir e ter. O split Lecker, que lançaram com o Merda. Com esse split fizeram uma turnê na Europa. Tour essa que a primeira vista foi um fiasco, por causa do acidente. Contudo, levando em consideração tudo o que conseguiram pós-tour, podemos dizer que foi um sucesso.
O vocalista e guitarrista da banda, Quique Brown, escreveu o livro Guitarra e Ossos Quebrados. Contando as histórias da tour da Leptos e Merda pela Europa. Ele ainda é dono, junto com Velhote, da Escola de Música Jardim Elétrico, em Bragança Paulista.
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terça-feira, 5 de abril de 2011

Relase sobre Leptospirose por ANDRÉ (NITROMINDS) . MTV.COM.BR

Eu pedi e recebi o release desses caras enviado pelo Quique, guitarra e vocal da banda, exatamente para não estar cometendo nenhuma gafe sobre esses caras, no release em uma parte diz o seguinte “...2002 ... As músicas da demo Leptospirose vinham com uma pegada bem hardcore, enquanto Canções Precárias e Outras Pegadas com uma pegada mais doidona rock and roll. A mistura dessas duas demos seria a idéia geral da banda dali pra frente” .  bem ...foi exatamente nessa época que eu conheci o Quique.
Quique é uma agitador cultural de sua cidade, Bragança Paulista, ele já organizou alguns shows na cidade pro Nitrominds e algumas bandas gringas que eu trouxe anos atrás e colocou o Leptospirose em alguns desses shows. Na verdade a banda era legal pacas, mas parecia um banda de hippie doido tocando um som totalmente maluco e desencontrado, eu confesso que achei legal, mas aquilo pirou minha cabeça, porque eu não entendi porra nenhuma!!!
Bem, ano passado Ratos de Porão tem um show no CB bar em São Paulo, eu acabava de chegar de uma trip com eles que fiz pra Colômbia, Leptospirose é a banda de Abertura da noite, lembro bem do Boka (baterista do Ratos) me dizendo , vamos entrar pra ver a banda que é bem legal, eu tinha em mente aquele rock loco que havia ouvido alguns anos atrás.. Puta que o pariu!! Logo na primeira música a casa veio abaixo, uma mistura de rock and roll com punk rock, Motorhead gritado, alto, bem executado com uma presença de palco impecável. O baixista Velhote é um achado, não sei se tocava Jazz quando pequeno ou que merda esse cara andou escutando e estudando esse tempo todo, impressionante!!
Como eu tenho a premissa de ajudar a cena em que estou, comprei o cd. O disco Lançado ano passado chamado Mula – Poney também foi produzido por Rafael Ramos, porém é lançado pela Laja Records, do figurassa Mozine, a capa também é obra do artista. São 18 músicas de puro rock barulhento, ótimo, em um time total de 19 minutos e 3 segundos, sem palavras.
Em 2007 a banda se aventurou na Europa junto com o Merda, porém a aventura se tornou uma tragédia, a van que a banda viajava sofreu um grave acidente, deixando vários machucados, ou seja deu Merda!! Heheh  Quique descreveu a aventura em um livro chamado Guitarra e Ossos Quebrados, lançado em dezembro pela Laja Records, menos de 50 dias depois do acidente. O livro foi muito bem recebido pelo público e pela crítica.

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