quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Ação simultânea na Noite do Vinil


Com muita música, cerveja e gente animada, a Noite do Vinil foi realizada em dois ambientes ao mesmo tempo nesta quarta-feira (28). Enquanto parte dos membros do Coletivo Pé de Cabra organizava o evento no bar Cultura & Cana, em Timóteo, a outra parte estava no Sucata Bar, em Ipatinga, comandando os toca-discos a todo vapor.


Em Timóteo, o Cultura & Cana bombou até as 3 da manhã. Mesmo dividindo o espaço do bar com o ‘voz e violão’ Raul Assunção e com a chuva do lado de fora, essa edição da Noite do Vinil teve recorde de público. A animação do lado do Vinil foi só aumentando ao longo da noite, com cada vez mais pedidos de discos. Todos que estavam no ambiente em que rolava o Vinil queriam escolher um disco para tocar, formando um grupo de pessoas ao lado do equipamento para curtir as músicas. Até as 2 da manhã ainda havia gente chegando para participar do evento do Coletivo Pé de Cabra. 

A agitação também tomou conta do Sucata, em Ipatinga. Os organizadores do Coletivo, junto com o público, só saíram de lá quando a cerveja havia acabado e o bar já estava fechando, às 2h, e ninguém queria ir embora! A grande surpresa foi a presença de famílias e pessoas que ainda não conheciam o evento. Muita gente de Governador Valadares foi prestigiar o trabalho do Coletivo. Dentre os vários discos pedidos, os que fizeram mais sucesso foram Mamonas Assassinas, Ramones e Titãs.

A ação conjunta da Noite do Vinil em Timóteo e Ipatinga se deve ao trabalho do Coletivo Pé de Cabra no Vale do Aço, que comporta esse tipo de evento em dois lugares ao mesmo tempo, devido ao grande público de todas as idades e gostos musicais variados. 

A Noite do Vinil é para quem curte o melhor da música!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Nite do Vinil


A sensacional e atrativa Noite do Vinil que acontece toda quarta feira em Timóteo no Cultura e Cana Bar.  Hoje, acontecerá em dois lugares ao mesmo tempo!  em Ipatinga no Sucata Bar  e no Cultura e Cana Bar em Timóteo, a partir das 19:30 hs.

Não perca a chance de juntar sua turma, separar seus discos favoritos e curtir a noite underground nessa  última quarta feira do ano 2011. E ainda pode escolher o lugar \o/


Confirme sua presença na Noite do Vinil em Timóteo e em Ipatinga .

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Feira da Barganha

Na véspera do natal, o Coletivo Pé de Cabra leva até a praça do bairro Cidade Nobre, uma divertida Feira da Barganha.

Vai ser na tarde deste sábado a partir dás 15:00hs, um momento para brincar de ser "negociante" e se livrar de todas as suas parafenálias que estavam empoeiradas na estante há tempos.

Não perca essa! Confirme sua presença aqui

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

FOMOS UM E VOLTAMOS DOIS


No ultimo dia 18, saiu do Vale do Aço uma van para São Paulo com 8 pessoas, além de ir uma pessoa de avião e uma em um microônibus saindo de BH para o IV Congresso do Fora do Eixo.
Esse bonde todo representava o Vale do Aço/Pé-de-cabra e a maioria deles iriam para conhecer um pouco mais do Circuito/Movimento Fora do Eixo. De lá já voltamos com mais um Coletivo no Vale do Aço, o Rejunte da cidade de Timóteo e em breve teremos pontos em C. Fabriciano, Sant. do Paraíso.
Assim teremos uma micro-rede do Vale do Aço, onde já começamos com Pé-de-cabra (Ipatinga) focando em musica e Rejunte (Timóteo) focando em poéticas visuais.
Então valeu a todos que nos acompanharam pela net e aos que foram: Xyku, Ruimar, Barbara, David, Mel, Lud, Miranda, Freddy, Luana, Esdras.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Pequena Morte

A segunda banda a se apresentar foi a banda de Belo Horizonte, Pequena Morte.  A galera se sentiu atraída  ao sons dançantes da banda  e corresponderam fazendo da noite muito agradável e alegre.
  O publico que não se intimidou com a chuva lá fora, fez do Galeria do Rock um espaço livre e ocupado para mais uma Noite Fora do Eixo. A banda Pequena Morte foi aplaudida, agitou a noite e fez a galera pedir bis várias vezes .

Flor de Gaia

A primeira banda a se apresentar na Noite fora do Eixo foi a Flor de Gaia, que já chegou colocando a galera para dançar os seus místicos sons e mensagens purificando toda galera e agitando até o final do Show.
A banda Flor de Gaia é uma banda local e já conhecida na região.  O Coletivo Pé de Cabra se sente honrado em integrar bandas locais e ver o publico admirando e dançando ao som da banda.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Banda Ini na Noite Fora do Eixo



A Noite Fora do Eixo já tem marcado várias noites de Ipatinga, trazendo bandas do cenário underground brasileiro e internacional. 

Após trazer Macaco Bong e a banda argentina Pez, agora é a vez da paulistana Ini se apresentar em solo ipatinguense. O evento será realizado na próxima quinta-feira (1), no espaço da Galeria do Rock, no Bairro Cariru, em Ipatinga, a partir das 20h30.

A noite também contará com o lançamento do site flasheria.com, dos fotógrafos Eduardo Galetto e Rafael Martins. Eles já são responsáveis pela cobertura das Noites Fora do Eixo, em Ipatinga, e eventos em Belo Horizonte e outras cidades brasileiras. O site se destaca por um trabalho diferenciado em fotografia, na fusão entre arte e entretenimento.

Banda Ini
Em sua turnê de relançamento do disco “A caixa do Macaco”, a Ini está viajando de norte a sul do país, com sua Kombi, fazendo shows por diversas cidades brasileiras, como Rio de Janeiro, Natal, São Paulo e interior de Minas Gerais. Em 2010, na primeira etapa do lançamento do disco, a banda realizou mais de 70 shows em solo nacional. Além disso, recebeu da revista Cult a indicação de melhor álbum de 2010. Segundo os críticos da revista, a pegada hardcore e o niilismo punk presente nas 14 faixas do disco são ainda melhores nas apresentações ao vivo da banda.

Coletivo Pé de Cabra
A Noite Fora do Eixo, já em sua terceira edição e sempre com casa lotada, é uma realização do Coletivo Pé de Cabra. O grupo de produção cultural ainda é responsável pelo festival Balido, que ocorre todo mês de setembro, o Grito de Rock, a Noite do Vinil, entre outros eventos. Uma próxima NFE já está anunciada para o dia 9 de dezembro, com a banda de Belo Horizonte, Pequena Morte.

Serviço
Noite Fora do Eixo – Lançamento do site Flasheria.com
Atrações: Banda Ini + Djs
Data: 1 de dezembro (quinta-feira)
Horário: 20h30
Local: Galeria do Rock (Cariru, Ipatinga)
Ingressos no local à R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia entrada)

domingo, 27 de novembro de 2011

NOITE DO VINIL AGORA NAS QUARTAS!



VOCÊ AINDA NÃO TÁ SABENDO?

AGORA A NOITE DO VINIL
 É TODA QUARTA FEIRA!!!!!

Mais uma vez o Coletivo Pé-de-cabra traz novidades para você nas noites do Vale do Aço colocando a tradicional Noite do Vinil nas Quartas do Cultura e Cana!

O final de semana tá longe?
Venha se divertir e relaxar: traga seu VINIL que a gente toca! Não tem vinil? Sem problemas, escolha um dentre o nosso acervo!
O Cultura e Cana possui um ambiente agradável, bom atendimento e a cerveja sempre gelada!

TODA QUARTA-FEIRA
20hrs       3$
Cultura e Cana - Timóteo/MG



Nos vemos por lá!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Movimentação


Fui selecionada pelo Edital de Vivência CasaFdEUdi para o último dia de debate do Seda Udi. Permaneço no Triângulo Mineiro para a cobertura do Festival Novas Tendências e Seda Ura em Uberaba. Depois volto a Uberlândia para o Festival Goma.

A única certeza  que tenho é que  voltar com essa bagagem para casa é muito gratificante. A junção de cada partícula que estou aprendendo vai continuar a ser aplicada em nossas demandas quando eu voltar. Acredito que está valendo a pena. A equipe é maravilhosa, astral 24 hs por dia e isso ajuda muito. Sempre soube que disciplina é amar o que se faz e sorrir. Tenho esses momentos quando estou atuando em nosso Coletivo. Não é estranho isso nós sempre fizemos,mas dessa vez vai ser diferente porque a vontade só aumenta. O Vale do Aço merece cada instante de trabalho do Pé de Cabra e isso tem sido reconhecido. 

É  de grande importância essas vivências pois potencializa a comunicação do Coletivo e gera noção de entendimento sobre todas as  áreas envolvidas nos Festivais.  E o mais legal é que só tende a multiplicar e ser usado por todos.

Luana Kelem.


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Novas Tendências entra na rima em Uberaba .

O V Festival Novas Tendências está recheado de belos sons. O hip hop representa bem essas palavras e por isso o Coletivo Firma, está “firme” e forte na parceria com o Festival adequando aos nosso ouvidos e em nossas vidas o que realmente deve ser lembrado.

A chancelada batalha do calçadão marca presença na sexta feira do dia 25 de novembro, onde os os MCs locais farão das 19:30 hs um momento criativo e prazeroso. Terão oportunidade de brincar com suas rimas, gerando uma batalha sadia e engraçada.

O V Festival Novas Tendências conta também com o show do rapper paulistano Emicida que, pela primeira vez, vem nos mostrar a “elegância” das periferias e dos seus próprios momentos de reflexão, colocados em forma de música . E como a tendência é só aumentar o espaço consagrado dos rapper´s, receberemos também a atração do Rapper Toi representando todos os uberabenses e mostrando o seu potencial com sua primeira mixtape “ A mente flutua”, junto com o Dj Nene. A dupla que, com seu jeito natural de ser, vem ganhando espaço por onde passa.


E para finalizar com chave de ouro, durante os shows da praça Pôr do Sol, a cena hip hop terá uma tenda onde várias ações acontecerão simultaneamente as ações do palco montado na praça. É 
#tudoaomesmotempoagora.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Cara de vinil!

O post de hoje é rápido, uma dica prática e indolor! :)
todo mundo já sabe que Quarta é dia de Noite do Vinil, certo? A idéia então é fazer como o pessoal desse blog, leva seu vinil, coloca ele na cara, tira uma foto e manda pra gente que a gente publica na nossa nova página do facebook, já viram? Aproveita e Curte lá!

Quero ver coisas elaboradas assim ó:





See you!

João H.



segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O que precisamos é de ódio, dele nascerão as nossas ideias.


Leia tudo e entendera a citação de Jean Genet.

O Coletivo tem vivido um momento lindo no Vale do Aço, muito além de Ipatinga, além de nossas torres enfumaçadas, indo por nossas estradas de ferro chegamos a outras cidades do Leste Mineiro.


No segundo semestre desse ano, conseguimos nos aproximar e tivemos uma recepção muito legal de uma galera de várias cidades.
Alem da aproximação com Oficina's Pub que culminou na aproximação da galera que está montando o Coletivo Pedra Negra.
Em Santana do Paraíso estamos desenvolvendo um papo legal com pessoal do Buteco do Portuga.
Em Coronel Fabriciano com o pessoal do rap e artistas plasticos.
Em Timóteo um pessoal que fez a oficina de midialivrismo no Balido 2011, ministrado por agentes do Fora do Eixo, integrou o coletivo e já posicionou agentes na área de comunicação e produção, tanto que estamos realizando a Noite do Vinil todas as semanas no Cultura & Cana.




Ipatinga continua crescendo e uma grande maneira de demonstrar isso foi a última Noite Fora do Eixo que rolou na cidade no último dia 29 de outubro, onde várias coisas legais aconteceram, sabe por quê?




Porque dessa vez não fomos nós apenas que rabiscamos a parede de giz, o publico desenhou 99%!  
(Re)modificando a paisagem negra da escadaria-do-amor. 
Nossos eventos têm sido local sacro, redenção a Baco e à Afrodite!


E o que dizer do PEZ e Macaco Bong?! Conseguiram deixar a casa assim, ó:



Além de lançarmos uma nova dj na cidade, cheia de músicas dançantes para pés frenéticos...



E agora que venha dia 1 o lançamento ofical do Flasheria com a banda INI, bora confirmar presença no evento? Só clicar AQUI.



Você ainda quer ficar de fora dessa?

Não acredito!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Sobre o Macaco Bong, música instrumental & boas capas.

Não!

Este não é o post de resenha/cobertura do finíssimo show que o Macaco Bong fez junto com a PEZ nesse último fim de semana em Ipatinga, esse vem depois! Este é um post sobre um fenômeno que venho observando nos últimos tempos e achando bem do caralho, o da volta da música instrumental.

Por um bom tempo a música instrumental ficou vinculada a estilos e bandas um pouco obscuras e difíceis de escutar (com várias excessões, claro). Agora, bandas como o Macaco Bong e outras que vou apresentar aqui mostram que é possível tirar o vocal e adicionar personalidade às músicas, e a prova disso é a ótima reação que o público teve no último show!

Dá uma relembrada:

(tive que postar um Ao Vivo porque os caras são muito bons de palco!)

E pra quem quer começar a escutar mais música instrumental, eu tenho duas pra apresentar:

A primeira é a DiBigode, de BH, que inclusive já tocou em Ipatinga no festival Balido, um sonzinho intimista e introspectivo, bom de curtir!


A outra é a Iconili, também de BH, que faz um som meio rocknroll, meio funky, meio sessentista, meio surf music e meio soundtrack de filme do Guy Ritchie, bom de dançar!


E por último, não pude deixar de notar e curtir a qualidade das capas e material de divulgação dos discos e shows das três bandas citadas, vê aí:








Até a próxima!

João H.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Coluna Presley


‎45 dias, 20 mil KM, 20 cidades, 15 estados e dezenas de encontros e vivências. Estamos dando início a COLUNA PRESLEY que vai rodar o brasil nos próximos dois meses mobilizando agentes, produtores, artistas e demais entusiastas para o Congresso FDE que acontece em Dezembro. Todos os dias videos, posts, fotos e transmissões ao vivo farão parte da programação. Acompanhe e ajude a receber a coluna na sua cidade. O Site já está no ar com o primeiro capítulo, Confira:
http://coluna.foradoeixo.org.br/

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Compacto.Rec lança 4 Instrumental



4 Instrumental - 4.1 o álbum

O 4 instrumental surge em 2008 em Sabará - Minas Gerais, e vem desde então despontando no cenário da música mineira. A banda já circulou por todo estado de Minas Gerais e participou de importantes festivais da música inpendente brasileira como Calango, Jambolada, Transborda, Gramophone, entre outros, além de realizar show em La Plata e Buenos Aires e agora o grupo lança seu primeiro álbum, o “4.1”.

Produzido em Buenos Aires, o álbum traz influências do Clube da Esquina, do rock progressivo mineiro dos anos 70 e componentes da musica contemporânea misturando com mais uma criatividade melodico-hamônica singular do grupo. O resultado é 4.1, uma expressão envolvente que leva o ouvinte por sensações sonoras únicas e que você pode baixar e ouvir no Compacto.Rec!

O Compacto.Rec

O compacto.rec é um selo virtual do Fora do Eixo, voltado para a difusão e divulgação de álbuns da música latino-americana pela internet através do download gratuito, realizando uma divulgação integrada do lançamento por todo o Brasil. Desde 2009, o projeto já lançou mais de 25 álbuns, se consolidando como um projeto referencial na música independente nacional, principalmente por seu trabalho colaborativo e sua comunicação capilarizada por blogs, sites, redes sociais parceiras da iniciativa.

Desde 2010 o Compacto.Rec vem estreitando os laços com a América Latina lançando álbuns nacionais e internacionais. A parceria começou com o lançamento do álbum “YYY”
do Falsos Conejos, depois veio o lançamento da Coletânea Grito Rock Buenos Aires, e o recentemento lançamento do Caranavales do duo Finlândia. E agora, o 4.1 é mais  um fruto brasileiro da América Latina mostrando a forte integração com o “Hermanos”, já que o álbum foi gravado em Buenos Aires em parceria com o Fora do Eixo Argentina

Resumão das Noites FDE 01 (Ipatinga) 02(GV)


Depois de um papo inicial pela internet, algumas reuniões presenciais, acertos de detalhes pelo telefone o Coletivo fez uso do nome (Pé-de-cabra) e arrombou as portas do bar/pub Galeria do Rock e invadiu a casa.

Como falamos o evento começou com diálogos com o Telo gerente da casa onde alem de conversar sobre como seria o evento e tipo de musicas, observamos o local para explorá-lo o máximo possível.

Então que chega o dia 01 de outubro e o evento começa com a chegada de Tassio Lopes (Goma) em um dialogo com o Coletivo e depois começamos a preparar o atendimento (alimentação, hospedagem e transporte).

A noite chega e começamos o translado de bandas, produção e equipamentos. E a primeira viajem vai com Bruninho do Mad Matters (GO) no porta-malas do carro do Xyku; rs.

Chegamos no Galeria do Rock e já começamos a montar o centro-multimidia onde fizemos a cobertura do evento e em seguida começamos a dar um trato nas paredes do bar escrevendo, colorindo, desenhando com giz; enquanto rolava a passagem de som da Mad Matters.

Então abriu as portas do bar com discotecagem de vinil feita pelo nosso parceiro Ruimar do Estúdio Pomar. E uma parte do coletivo foi levar os goinienses da MadMatters para conhecer o buteco mais rock’n roll do Vale do Aço, o Sucata Bar. Enquanto isso Xyku foi buscar os cariocas da banda Ladrão na rodoviária, que também foram para o Sucata.

Enquanto estávamos no bar ouvimos comentários do tipo "a Galeria ta lotada, será que da pra eu entrar?!" Conversa que nos deixou muito feliz. E chegando ao local estava lindo de tão cheio e as pessoas participando ativamente do evento, pois pegaram o giz e foram ocupar o espaço deixando suas marcas.
E começou o show da Mad Matters, que não esperava ser chamada para tocar, tanto que tentamos ligar varias vezes... e ai começaram o show e todos caíram o queixo com a qualidade da banda, que foi montada em outubro e colocada em pratica em janeiro.


Um fato com o show desta banda que deixou tanto a produção quanto aos músicos da banda bem felizes foi que mesmo o som sendo pesado o pessoal curtiu dançando, gritando e após o show parando diversas vezes os integrantes da banda para elogiar a apresentação deles.

Em seguida veio a banda Ladrão que temos que destacar o Formigão baixista do Planet Hemp, que por numero de votos e na pratica foi considerado pelo coletivo todo e a MadMatters o cara mais humilde e gente boa da MUSICA BRASILEIRA.

E o show deles foi fodaço e como disse Daniel, "Foi lindo ver a galera pedindo pra banda tocar mesmo com o bumbo estourado". E arrumamos outro bumbo e o show continuou.


Resumindo Ipatinga, foi muito bom ver mais de 100 pessoas dançando musicas que nunca ouviram e pedindo mais, alem de não se preocupar em sujar as mãos para pintar as paredes de giz e nem de sujar a roupa com o mesmo. 

E ai começa o dia 02 e a parte 2 do evento, acordando todos e começando a traçar a viajem para GV. O Vinicius salvou nossa pele levando o Ladrão e parte do MadMatters para GoVal. Enquanto fomos levar Tassio na rodoviária despachar Luana e Tamiris no buzu para aquela cidade quente. E seguiu em outro carro Xyku, Barbarae o resto do Mad Matters.

Chegando a GV cerveja para matar o calor, passagem de som e o Coletivo correndo para porta do Teatro para fazer divulgação no freestyle. Voltando para a casa de show conversamos com Valderrama e o Gringo onde começamos o papo de montar um coletivo lá.


E depois foi só festa ou seja musica boa, cerveja gelada, fotos legais. O melhor La foi a sessão de fotos no final. Parecíamos globais; rs.
Agradecimentos: Telo (Galeria do Rock), Ladrão (RJ), Mad Matters (GO), Deivisson (primo de um dos Mad), Dilpho e equipe do Oficina’s Pub, Gastão (O Clube dos Canalhas), Vinicius, Dudu, Sucata, canais de mídia, Ruimar (Pomar Estúdio) e todos os presentes ou que ajudaram de alguma maneira.

domingo, 2 de outubro de 2011

Entrevista com a banda Ladrão






Por que Ladrão? E de onde vem cada integrante?

Ladrão vem de um apelido que eu (Daniel Vitarelli) tinha por roubar isqueiros antigamente quando ainda fumava... Totalmente curado, resolvi incorporar o apelido ao novo projeto que estava terminando. Em 2005, descobri novas tecnologias, comecei a “samplear” e usar todos o softwares possíveis sem pagar nada por isso (um programa de gravação custava na época 300 dólares completamente fora da realidade aqui do Brasil) através de cracks, keygens, tutorias, ebooks e etc...
Nascia ali a idéia do “Roubando Melodias Batidas e Grooves”, pular fora das grandes gravadoras e da “Propriedade Intelectual”, ou seja, liberdade de informação pra todas as classes, numa plataforma ainda sem legislação praticamente “limpa” a internet.
Eu sou mineiro, nascido em Belo Horizonte, mas passei muitos anos em Juiz de Fora. O Guiga Hansen é fluminense, especificamente, de Resende( RJ), e também morou anos em JF e o Formiga é o carioca mais mineiro da face da terra!

Existe uma definição para o som da banda já que é o fruto de uma diversidade de sons?

Não. São musicas em que cada integrante coloca sua personalidade, suas diversas influencias. Dai cada um tira sua conclusão. As letras são compostas por várias mensagens positivas.



Qual é a proposta da banda diante disso?

Nós acreditamos que pensando que vai melhorar já é difícil, imagina pensando negativo? Pensamos que as letras mostram as coisas como realmente são e tentam encontrar uma solução...  Nós achamos que a música tem que dizer alguma coisa! A idéia principal é fazer as pessoas e nós mesmos refletirmos sobre alguns assuntos. Política (nem sempre partidária) que é o tipo de relação entre pessoas e achamos isso muito importante.

O Formigão já esteve na cidade há 15 anos com o Planet Hemp tocando com uma super estrutura e agora vem com o Ladrão em um esquema underground. Gostaríamos de saber o que ele e a banda espera deste show?

Esperamos sempre o melhor, pois nem sempre aqueles shows com a maior estrutura são os melhores… O que importa é a energia do ao vivo que é um momento único!



Quais os projetos e expectativas para o futuro da banda já que a indústria da musica vem passando por transformações. Caminhando cantando e seguindo a canção ou caminhando cantando e carregando caixa?

Carregando caixa sempre... Bem que poderia ser “o caixa”... Underground e muita grana são palavras que não combinam muito... Mas para se ter uma cena underground forte precisa de investimento…
A internet está deixando de ser o que era (liberdade de informação), a partir do momento no qual começou a gerar muito lucro e realmente transmitir informações. Governos começam a cair em movimentos iniciados em redes sociais e se você reparar, hoje em dia a maioria dos programas de TV passa coisas que “bombam na net”... E aí amigo, alguém que sempre ganhou dinheiro com a ignorância seja religiosa ou política da população diz: “essa merda está incomodando demais temos que controlar”....ou seja, criar leis para impedir esse grande volume de compartilhamento de informações.... Os próximos passos da banda serão mais combativos assim eu diria, videoclipe e um single produzido por algum grande produtor.

Qual a visão do grupo em relação as novas ferramentas da musica? Ex. TNB (Toque No Brasil) e Fora do Eixo?

Achamos realmente que ainda falta muito pra virar uma realidade em termos financeiros... Mas são iniciativas muito importantes para a divulgação das bandas sem depender do mainstream…

terça-feira, 27 de setembro de 2011

NOITE FORA DO EIXO dia 1º de outubro

LADRÃO:Daniel Vitareli bateria vocal e programação, Guiga Hansen guitarra EFX synte e Formigão baixo.


Por Leandro Souto Maior.

Roubando melodias, batidas e grooves sem fronteiras, a verdadeira liberdade de expressão.
A primeira impressão é a de que você já ouviu alguma dessas melodias, batidas ou grooves antes. Porém, nunca desta forma, mixadas e recicladas com tamanha originalidade que a sensação torna-se um déjà vu de algo nunca antes experimentado.É mirando neste alvo altamente contemporâneo que o trio Ladrão chama mais que sua atenção. Ouvidos para o alto, o trio leva corpo e mente, que como um todo, inevitável, saem do chão no ritmo de seus beats, bytes, válvulas e guitarras espaciais.
É abusando da mistura, escancarando o óbvio - que neste mundo atual, mix de real e virtual, nada é de ninguém e tudo é de todo mundo - que o Ladrão ocupa o lugar que é só dele. O som sem rótulos, conexão de gêneros, das linguagens da música eletrônica a uma atitude rock n’ roll, produto de um pouco de tudo o que está no ar, é a prova de que a monocultura não é ruim apenas para o solo, mas também é prejudicial à cabeça. "Nem todo mundo que me ouve entende o meu recado / O do samba é sempre sorrir, o do rap nunca mentir, abrir seus olhos / Do partideiro à malandragem, o reggae busca a liberdade / Eletrônico fusão hardcore reação", disparam em Poesia de liquidificador.
O cérebro eletrônico do mineiro universal Daniel Vitarelli (bateria, voz e bases) é o ponto de partida dessa proposta que vem pilhando o Brasil e o mundo. Os gringos da revista espanhola Computer Music e dos sites Download.com (EUA) e Musicazo (Espanha) já foram saqueados pela pulsação tupiniquim-globalizada do grupo. "Minha levada tem estilo / eu não me prendo a nada", definem em A Paz não está perdida. Afinados com este desbravar de fronteiras, Ladrão apresenta suas armas: os bons elementos Guiga (guitarra e Sinth EFX) e Formigão (baixo) respondem por processo criativo em primeira instância e imprimem suas iniciais em cada compasso.
Procura-se ouvidos atentos e antenados ao novo. É o seu caso? Então,já era! Seu tempo à procura das melodias, batidas e grooves mais que perfeitos terminou. 



http://ladrao.tnb.art.br/

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Adrede lança clip





Vídeo clipe da música: 'Aqui se faz , aqui se Paga' presente no cd de estréia da banda 'Em nome da Sujeira' lançado em 2008 pela ZRecords. Direção e Produção: Sol Brocanelli.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Hoje vamos la pro Galeria do Rock fazer cobertura do show do Cigarro Picado


Hoje, iremos lá no Galeria cobrir o show de Cigarro Picado, uma banda clássica do Vale do
Aço, e ouvir suas novas músicas que, como disse nosso companheiro Fredd - "Não dá pra
perder por nada".
Com um som de altíssima qualidade, a banda faz uma releitura de vários clássicos de sucesso,
o que é muito diferente de cover, afinal, com uma técnica cheia de inovação, usam duas
baterias e revezam o vocal - nem mesmo os autores originais, tinham tamanha ousadia.

Fica o convite para todos irem lá, curtir um som pra lá de bom, dançar e aplaudir as músicas
dessa banda que merece respeito.

E depois, ainda poderá, repetir a dose no sábado no Bom Ré Mi Fá, e prestigiar novamente
os caras, além de é claro, se divertir pra valer.

E tomara que em breve, possamos acompanhar uma turnê da banda. O resto do país, precisa
desse som.

;)

Xyku

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Galanga no Festival Balido de Artes Independentes 2011

Na sua segunda passagem pelo Vale do Aço emplacaram dois shows, sendo o um no Bom Ré Mi Fá e o segundo em nosso Festival.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Entrevista com a banda Irônika

No ultimo dia 11 A banda belorizontina Irônika esteve em Ipatinga para um show e nos a entrevistamos.

Banda esta que faz um rock n roll simples, direto e sing alongs (vocais em coro), punk rock explosivo. Embora tenha germinado suas raízes na musicalidade terceiro mundista do ragga, reggae e ska.
O melhor da entrevista foi a compreensão da banda quanto ao imprevisto que rolou de nossa câmera acabar a bateria e a entrevista ser feita de forma "artesanal". Onde Xyku escreveu as perguntas no pc, Luana perguntava a banda e Barbara redigia. E a banda foi super simpática com a gente mesmo assim hehehe

Ironika é formada por:
Bruno Luiz - guitarra / vocais
Jr. Skiter - guitarra / vocais
Pedro Vasseur - baixo / vocais
Mauro Novaes - bateria



A banda falou durante o show que esta é  a segunda passagem suas pelo Vale do Aço, para ser mais exato a segunda vez em Ipatinga. Vocês perceberam alguma mudança no cenário musical da cidade/região?
Sim, deu pra sacar que o movimento ta muito legal, tipo mais casas de show mais coletivos e realmente o rock assim como no resto do pais ta bem organizado, o rock independente.

Fazendo um paralelo entre capital e interior como vocês veem a cena da musical autoral em Belo Horizonte e nas cidades do interior por onde passaram? O que acharam das bandas locais? E o que acharam da receptividade do publico com suas musicas?
Eu vejo que o interior tem uma coisa mais expontanea porque BH e uma cidade com muitas bandas  mas com pouco trabalho autoral proporcional ao numero de  bandas, na capital as casas noturnas mais movimentadas são aquelas que abrem espaço para as bandas covers. Apesar do potencial das bandas autorais as bandas covers se dão melhor no cenário do que as bandas autorais.

Faça junto ou faça você mesmo?
As duas juntas, tem coisas que dependem de você e coisas que dependem da  coletividade.

Caminhando cantando e seguindo a canção ou caminhando cantando e carregando caixa?
Carregando caixa e tomando uma cerveja e eventualmente, quando der uma ajuda de custo pra ficar no zero a zero mais ou menos...

Como a banda vê o TNB hoje no Brasil?
O cara eu vejo o TNB como uma evolução da interação dos coletivos a evolução que ajuda as bandas a buscarem os eventos  é uma iniciativa relativamente nova que eu espero que ajude a movimentar de fato a cena independente.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Primeiro dia de shows do Festival Balido

Confira a cobertura do primeiro dia de shows do Festival Balido de Artes Independentes:

1+1=muitos

Balido 2011, o que falar? Muito, mas vai faltar muito ainda para falar, mas vamos falar dos trabalhos locais.

Começamos na quarta oficialmente a programação do FESTIVAL BALIDO DE ARTES INDEPENDENTES 2011, lá tivemos o primeiro contato profissional com o Vitor (Japonês) que já havia ido à primeira edição do Festival. A partir deste momento ele se colocou disposto a ajudar a equipe do FEM (Fora do Eixo Minas/Pé-de-cabra) e ficou definido que ele ficaria na instrumentoteca sendo nosso anjo da guarda, pois ate eletricista ele foi.

Na quarta também fizemos transmissão ao vivo da webradio Fora Do Eixo direto do Sucata onde tocou musicas de todas as bandas que se apresentaram no Festival e ocorreu tambem uma entrevista com o Murilão dos BreckandDeckers.

Na quinta tivemos o inicio das oficinas, onde tivemos 18 presentes, sendo que 11 atuaram diretamente e de forma fundamental na divulgação do evento e captação de material para acervo audiovisual do Coletivo/Circuito/Festival/Bandas.

Na sexta o pessoal da oficina continua com força total junto a um debate com o MUCC (Músicos Convocados de Córdoba), do qual fomos convidados por Fernadinho presidente do D.A. da FADIPA para realizar este debate no auditório da Faculdade. De lá fomos para um bar ter nossa primeira interação boêmica junto com os músicos do Malaquerencia (ARG), Fernandinho, alunos da oficina e publico do debate. E os hermanos deram uma palhinha do show no bar.

No sábado começou as apresentações artísticas do Festival, onde tivemos inicio com o Congado João Paulo 1º de forma muito bonita e fazendo muitas pessoas conheceram o nosso tambor, o tambor mineiro e saber que não é só Pernambuco/maracatu que é musica orgânica. Ainda tivemos show do The Mary Go Round que mostrou que possível fazer musica experimental e pesada. Para fechar a noite tivemos Gustão & Os BreckandDeckers mostrando seu melhor show e como sempre com participação do publico.

Ainda no sábado tivemos o inicio do Varal da Arte e a intervenção de grafite do Dodo.

Já no domingo tudo estava mais bonito e um certo ar de nervosismo pois parecia que nosso mundo iria acabar ali, pois tudo andava muito perfeito. No domingo queria dar destaque ao show do Cigarro Picado que entrou na programação após o Suíte Para Orixás ter datas esbarando na agenda e não poderem vir. Mas para nos foi mais uma vitória, na verdade uma grande vitória.

Já que é uma banda consagrada da região e conhecida por covers, mas desde o Forum Mineiro de Musica em junho vem dialogando com a gente. E segundo o Fred 'acompanhou todo o processo criativo da banda pela internet onde a banda postava que estava fazendo musicas para o Festival e que as musicas da banda não perdiam nada para as covers que eles faziam de Led, Beatles, Doors e ... Fred também falou que não entendia porque não faziam mais shows autorais.

No domingo também tivemos shows de Candeeiro Encantando que com a apresentação no Balido passado mostrou seu trabalho para o mundo através da cobertura colaborativa e o reconhecimento/repercussão da qualidade fez com que emplacassem no Musica Minas, primeiro show acontece neste domingo no Festival Marreco (Patos de Minas). Teve também Eternal Hope que rendeu muito no almoço na segunda com o pessoal do Dibigode elogiando a banda e sua performasse de palco.

Mas o que foi mais bonito foi ver a consolidação do Balido em menos de um ano de um para o outro, ou seja na sua segunda edição. E através dele as pessoas entenderem o que é uma ação coletiva, a partir dai o coletivo não é mais o Xyku/Petrônio e volta a ser coletivo.

E vamo que vamo balindo pelo mundo. 

Texto: Francisco Petrônio

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Forgotten Boys


E assim terminou o Festival Balido 2011, com o que todos costumam chamar de "chave de ouro". O Forgotten Boys encerrou a noite no mais belo estilo rock'n roll. A banda paulistana criada nos anos 90 permanece até os dias atuais como referência de rock brasileiro e se apresentou pela primeira vez em Ipatinga.

Em entrevista à equipe de comunicação do festival balido, Gustavo Riviera, vocalista do grupo, elogia o público ipatinguense e a iniciativa do festival. Gustavo ainda completa afirmando que hoje em dia tem-se mais espaço para a música independente do que quando eles começaram e finaliza incentivando novas bandas a, caso acreditem naquilo que fazem, seguirem e pegarem carona nessa nova cena que está surgindo.

Texto e foto por Orlando Junior

domingo, 4 de setembro de 2011

Malequerência


Pois bem gente, acabei de entrevistar o vocalista da banda, Emiliano, que falou bonito o portunhol, relatando a importância do circuito fora do eixo,agora na Argentina,afirmando que entraram na onda agarrando todas as oportunidades. Mas antes disso arrasou cantando em espanhol deixando a galera alvoroçada. O publico curtiu pra caramba tambem o rapper que fez uma participação especial no show e animou ainda mais a platéia. Primeira vez que vieram tocar no Brasil, e nos deixaram com gostinho de quero mais.

Texto: Luana Kelem
Foto: Luiza Guedes

Dibigode

Duas baterias, duas guitarras, um baixo e um multi instrumental que agrega teclado, pau de chuva, acordeon, trompete, sax e outros sopros. Revezando por todos esses instrumentos e com inserções de violino e até mesmo escaleta, a banda Dibigode apresenta seu refinado repertório instrumental que transita do jazz ao rock, passando pelo samba e maracatu com insinuadas doses de experimentalismo.


Já era noite quando o Parque Ipanema, em Ipatinga, foi tomado pelo ritmo contagiante dos garotos de Belo Horizonte que, dando significado ao nome da banda, fazem música “de bobeira” mas com uma destreza indiscutível. Um grupo de amigos que, em 2007, decidiu fazer música trouxe ao palco do Festival Balido o artista plástico Patrick que desenvolveu, durante o show do Dibigode um painel em grafitte, agregando mais um elemento a essa “ ulticulturalizada” banda. Sobre o processo de criação durante o espetáculo, Patrick afirma ser levado pela sinestesia que a música e a arte lhe provocam. 


A ideia de aderir referências de diversificadas vertentes da música e da arte faz do Dibigode um excelente representante do que está sendo o Festival Balido em Ipatinga. Do punk rock à música produzida por nossos hermanos argentinos, o festival abraça a diversidade e promove a democratização da música independente.

Por Orlando Júnior
Fotos: Luiza Guedes